Vou abrir um supermercado online. E agora, José?

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Abrir um supermercado online

Quando abordamos a temática da venda online, muitas vezes nos deparamos com problemas que realmente não esperávamos. O empreendedorismo digital é tão natural hoje em dia que até chegamos a nos esquecer de que, além de conhecer mais sobre o nosso projeto de negócio – saber sobre calçados, se o negócio for de calçados; saber de supermercado, se o negócio for de supermercado – precisamos, também, conhecer sobre atuação no ambiente online, ou seja, como vender, como atrair seu público-alvo, como saber se o seu cliente está satisfeito (uma vez que não há uma interação direta com ele), entre outros pontos.

Não há vendas físicas, se não vender online, não vende nada. E aí?

De tempos pra cá, muitas empresas físicas acabam abrindo “novos” horizontes no meio digital, proporcionando aos seus clientes um novo canal de vendas, um e-commerce.

No Brasil, o ato de abrir um supermercado online , por exemplo, vem crescendo cada vez mais nas cidades – interioranas ou não – por meio de empreendedores inovadores ou pelos próprios supermercados físicos.

A partir daí, notamos um ponto extremamente crítico: se o empreendedor puramente digital não conseguir vender bem pela sua plataforma, ele pode acabar não faturando.

Tempo de maturação do mercado online

Sem dúvidas, o tempo para um negócio digital se mostrar lucrativo depende de cada área, e, além disso, de cada região em que se atua. Quando falo de região, falo de empresas digitais com atuações limitadas, como por exemplo: supermercados online, delivery de comida, flores, entre outros.

De acordo com o SEBRAE, existem alguns erros básicos que levam o empreendedor à derrocada e ensina como evita-los.
No meu ponto de vista, um erro, ou melhor, não um erro, mas um deslize muito comum na atuação digital é ignorar o seu próprio ambiente e não conhecer seus atalhos. Soa como um paradoxo, não?

Ao atuar com vendas pela internet, não fazemos apenas isso, mas muitas outras coisas, tais como:

  • Como se comunicar com o cliente?
  • O que fazer com os e-mails captados?
  • Onde meu cliente procura o serviço que minha empresa presta?
  • Como farei para fidelizar?
  • Meu serviço pode ser escalável?

Essas são apenas poucas de muitas que devem ser feitas, e note que não há nenhuma sobre o coração do seu negócio (a finalidade em si), mas, e aí, você tem essas respostas? Pois deveria ter.

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Forte Abraço e até a próxima!

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Formado em Sistemas de Informação e Pós-graduado em Engenharia da Produção. Cursa MBA em Marketing pela FGV e Pós-graduação em Engenharia e Qualidade de Software pela UNOESC. Trabalha como Analista de Sistemas e também Professor Universitário na área de E-commerce, Marketing Digital e Eng. de Software. Soluções inovadoras para desafios corriqueiros é o seu objetivo.